terça-feira, 1 de julho de 2014

Maratona Literária de Férias #EuSouDoidora



Oi gente!!!

Para aproveitar meus dias mais livres, resolvi entrar em mais uma maratona literária. Dessa vez, estou inscrita na II Maratona Literária de Férias #EuSouDoideira, criada pela Gabi, do Fluffy, e pelo Matheus do Carneirismo

As regras são simples. São 5 livros em 15 dias! Inicia dia 01/07 e vai até dia 15/07. Mas para adocicar a Maratona, eles fizeram uma regrinha especial! Cada livro deverá ter uma música para si no final de cada leitura. Divertido, não? Acabou a leitura? Escolha uma música que mais se adeque a esse livro!

Os livros que escolhi para ler foram:

1. Stardust, Neil Gaiman;
2. Madame Bovary, Gustave Flaubert;
3. O lado bom da vida, Matthew Quick;
4. As duas faces do destino, Landulfo Almeida;
5. Lavoura Arcaica, Raduan Nassar. (Sim, vou roubar um pouco e vou terminar esse. rsrs.)



Espero que vocês gostem!!!
Beijos!
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segunda-feira, 30 de junho de 2014

Meu manto Sob o Teu manto - Dora Estrela #OlhardaGente





A prosa poética escrita pela Dora Estrela homenageia Fortaleza usando uma linguagem bastante poética. As imagens e figuras utilizadas fazem com que o texto apresente uma estética lírica. 

O texto possui algumas referências, algumas literárias, outras históricas, que nos lembram da nossa cidade. Os filhos da cidade da Luz fazem uma viagem no tempo através dessa referências. A autora as utilizou para que o leitor possa relembrar dos tempos antigos de uma forma nostálgica.

Também fazemos um passeio pelo nosso simbolo mais famoso, o mar. Este que é chamado de mar de Iracema, protagonista do romance mais famoso de José de Alencar. Ele também é relacionado a infância, mostrando como o conceito de nostalgia continua presente durante todo o texto.

Para finalizar, Dora também enumera alguns título pertencentes à Fortaleza, 'Musa generosa dos poetas', 'Loira desposada do sol' e 'Virgem dos lábios de mel', este também título pertencente à Iracema. Texto bastante emocionante, principalmente para nós, filhos da cidade, onde além de a homenagearmos, fomos levados a relembrar nossas memórias mais queridas.


Entrevista com a autora

1- De onde veio a ideia do seu texto?


A ideia surgiu quando decidi declarar o amor que sinto pela cidade em forma de versos, mas lembrei que eu já tinha muitos poemas homenageando Fortaleza, e decidi que dessa vez escreveria uma crônica, quis expressá-la com bastante sensibilidade, pra que não perdesse a essência poética que gosto de transmitir em tudo que escrevo.
2. Como foi seu processo de escrita?

Adorei o tema; O olhar da gente se misturando com a dimensão de sentimentos, e deixando que o pensamento nos guiasse em cada cenário da cidade, foi um tanto mágico e muito inspirador .


3. Como foi sua experiência em participar do concurso? 

Foi uma experiência maravilhosa,o livro ficou perfeito,os textos diversificados e bem escritos, o evento foi muito bem organizado, os convidados excelentes. Realmente, um momento de incentivo e reconhecimento muito marcante para todos nós escritores contemplados nesta antologia.
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domingo, 29 de junho de 2014

Ponte - Jordan Barbosa #OlhardaGente


O conto do Jordan transparece sentimento em cada palavra. O cenário escolhido foi o mais belo da cidade. A Ponte dos Ingleses representa o romantismo na capital cearense. E parece que o autor escolheu o cenário perfeito para sua história sobre o amor, infelizmente o amor não realizado.

Carlos é um rapaz romântico apaixonado por sua melhor amiga. Mas como em toda história de amor não realizado, uma hora a pessoa apaixonada chega no limite. E o conto nos conta como foi esse momento de Carlos. Maria é uma moça meiga, linda nas descrições do narrador, mas que não ama seu amigo.

A história nos é contada pela visão de Carlos. Sofremos junto com o protagonista e suas palavras nos fazem entender exatamente a dor dele. A linguagem de Jordan é muito bela. A poesia está presente em cada palavra escolhida.

"Ponte" é um conto que nos lembra que o amor nem sempre é feliz. Mas que mesmo quando é triste, é belo...

Entrevista com o autor

1. De onde veio a ideia para seu texto?
 Como surgiu essa história, é um pouco complicado de te dizer porque foi muito intenso, quando eu a escutei na cabeça comecei de imediato a escrever, foi uma ideia muito fluída e prazerosa. Talvez tenha um pouco de minha história ,não o que aconteceu mas o que queria que acontecesse, além das histórias de amigos no final me perguntei "E se fosse desse jeito?..." Estar na posição de amigo de quem se gosta não é agradável e tentar por uma máscara para esconder seus sentimentos é uma tarefa árdua, talvez tenha escrito como uma forma de me libertar desses pensamentos e te digo, foi muito bom!!

2. Como foi seu processo de escrita?
Bem falei anteriormente que foi muito bom escrever e rápido também, a história está escrita sem modificações de pensamento, posso te dizer que essa foi uma história escrita com emoção.

3. Como foi sua experiência em participar do concurso?
Foi uma honra participar deste concurso, ter a oportunidade de ver seu trabalho publicado é incrível e só tenho a agradecer a todos pela oportunidade.
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sábado, 28 de junho de 2014

Almoço: galinha - Euzimara Lima #OlhardaGente




O conto da Euzimara pode aparentemente ser simples, mas sua reflexão é bastante profunda. A ilusão seria uma ajuda para suportar os desafios da vida ou seria somente uma muleta que afastaria cada vez mais de sua superação? Sibith, a protagonista, possui essa característica. E vai depender da leitura de cada leitor sobre se essa característica irá ajudar a menina ou piorar a situação.


A infância apresentada pela autora nos leva de volta a uma infância nostálgica, onde as crianças ainda eram inocentes, acreditavam que o mundo sempre poderia melhorar e que seus pais, mesmo os adotivos no caso de Sibith, sempre sabem o que é melhor para elas. Sinto falta desse mundo. Euzimara me trouxe a realidade atual de volta... Sinto-me como Sibith, ainda uso o ilusionismo como defesa.

Apesar do narrador ser em 3ªpessoa, entramos em contato com os sentimentos e pensamentos da pequena protagonista e vemos a tristeza tomar conta dela por diversos momentos. Como não sentir tudo pelos olhos da menina? A linguagem usada pela autora nos embala e nos choca diante a realidade com que a menina precisa estar.

Conto simples e belo... E eu, como apaixonada pela Literatura, ainda prefiro o ilusionismo, seja quais consequências forem...


Entrevista com a autora

1.De onde veio a ideia para seu texto?
Veio de experiências passadas mesmo. hehehe. Tentei fazer um paralelo com o que a psicologia diz sobre os pequenos. Mesmo que pareça não há nada demasiado rebuscado no texto. Quis ser simples em minha criação.

2. Como foi seu processo de escrita?
Foi bem fácil justamente porque era sobre algo familiar. Tentei traduzir toda a expectativa imatura que o discurso das crianças possui. Ao mesmo tempo, exaltei a característica infantil que pode ser benéfica em todas as idades: lá ela é citada como ilusão (ilusionismo), mas nos costumamos dar outro nome pra isso - otimismo.

3. Como foi sua experiência em participar do concurso?
Ah, eu entendi toda a carga semântica da exclamação "Amei!". Muito bacana mesmo, sobretudo pelo fator reconhecimento. Já havia ouvido que escrevia bem, mas uma publicação soa mais oficial que você leva jeito pra coisa. haha. Pretendo, paralelamente às minhas outras funções, ir adiante, mas até o momento não estabeleci datas pra isso.
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sexta-feira, 27 de junho de 2014

A cidade aos nossos olhos - William Angelo #OlhardaGente




As palavras do William Coelho me emocionaram muito pois foram recheadas de nostalgia. Temática que me parece perpassar todo o texto. A nostalgia é o caminho escolhido para nos levar pelas vielas. Além de nostalgia, me parece ganhar uma aura de memória. Um gostinho de bons tempos...

A cidade na sua visão torna-se sinônimo de coletividade. Fortaleza passa a ser composta principalmente pelas pessoas. Em vários momentos, o autor descreve cenas onde uma grande quantidade de pessoas simbolizam a construção coletiva da cidade.

O momento que me surpreendeu foi a reflexão feita sobre o ato de escrever. O autor torna-se um descobridor de almas, onde o próprio busca ler as pessoas. Sua angústia reflete a dificuldade da escrita, a dificuldade de refletir a realidade. Até onde o escritor consegue refletir a realidade?

A cidade aos nossos olhos ainda é uma construção, segundo o texto do William. Seu texto está entre a crônica e o conto, onde o leitor é levado a um passeio pela nossa linda cidade.

Entrevista com o autor

1. De onde veio a ideia para seu texto?

" A cidade aos nossos olhos " partiu de mais um de meus laboratório ou das experiências que acabei dividindo com pessoas!!! Quando pensei no todo, o que eu queria dizer e mais importante como iria fazer isso... Parti do sentido de observar, do olhar, de uma pessoa para outra e, a partir disso para o que ocorre em volta, as situações e também o ambiente!!! Lembro que pensei justamente no título primeiro, para depois começar o processo de criação de texto.


2. Como foi seu processo de escrita?

Demorei um tempo para isso. Pois tinha outros compromissos, alguns de trabalho que tornaram o meu tempo para trabalhar no texto, curto. E o que fazia era fazer pequenos resenhas. jogo de palavras,vivências, para trabalha-las no papel quando tivesse tempo e energia suficiente para esse " desafio". E acabou que fiz o texto quando faltavam poucos dias para o encerramento das inscrições no concurso literário. E pude trabalhar e unir o que tinha ao que buscava. Aprendi a não querer esperar por algo grande sempre, todavia enxergava mais sentido no que poderia trabalhar e tinha em mãos, tornar-se assim pelo caminho mais justo e não grande... Pois o foco é simples, pois posso senti-lo, muitos podem também e percebe-lo. mas isso nunca irá tornar o caminho fácil. E nem penso assim, vencer sem trabalhar, merecer.


3. Como foi sua experiências em particular do concurso?


Quero deixar claro que nunca fiz. pensando já no fim, como um dos selecionados. Mas pensei que se conseguisse passar pela a parte que mais me fez sentir "tensão e quebrar a cabeça" ( risos )... Fazer o texto. já sentia-me como uma pessoa que consegui se superar. pois nunca fora um jovem engajado dentro deste mundo de leitura, escrita. mas tinha um apreço por isso por ser algo desafiador para mim. E comecei a escrever e estudar possibilidades e gêneros no qual sentia confiante para começar a caminhar. E ao terminar o texto, envia-lo e envia-lo para concurso. O resultado me fez sentir uma gratidão e uma nostalgia por esse momento único...
Sempre pensei de uma forma simples. Como apenas digo para mim toda vez que faço algo com título de superação. " continuarei a escrever como uma forma de arejo e crescimento, apenas em escrever''...
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quinta-feira, 26 de junho de 2014

A arte de deixar ir - André Nogueira #OlhardaGente





A escrita do André Nogueira só pode ser descrita em uma palavra: poética. Seu texto nos fala sobre seus sentimentos pela nossa linda cidade. A linguagem usada é cheia de poesia. O autor constrói imagens belíssimas durante o texto. O gênero utilizado é um hibrido entre a crônica e o poema.

Os sentimentos que o leitor é levado a sentir junto com o eu-lírico vai do amor ao ódio. Apesar do sentimento de revolta e de querer ir embora, o vemos temer o momento de ir. A frase "Ainda não aprendi, a arte de deixar ir." serve de refrão e ao mesmo tempo de mote para a ideia do texto.

Suas descrições parecem criar uma tela na mente do leitor. o uso da luz e da sombra nos revela um jogo de contraste mostrando as próprias contradições da cidade descrita. Esse jogo além de nos mostrar a cidade, também mostra as contradições do eu-lírico.

Entrevista com o autor



1. De onde veio à ideia para seu texto?
Senti a necessidade de escrever sobre a dificuldade de deixar ir. Algo novo estava acontecendo em minha vida e precisava remover os antigos vícios psíquicos. Escrever foi uma das possibilidades de remoção.



2. Como foi seu processo de escrita?
Estava em um momento de amor e ódio pela cidade. Afastei-me por uns dias para o Rio Grande do Norte. Apaixonei-me por uma pessoa. Foi uma rápida aventura. Ao voltar para cidade, percebi que não mais amava Fortaleza e estava com uma sensação de corrosão interior. Foi nesse momento que produzi o texto, ao som de uma música instrumental. 



3. Como foi sua experiência em participar do concurso?
Foi “uma mão na luva”. Já havia ganhado outro festival de literatura e precisava de títulos para me firmar como escritor. Assim, enviei o texto e, para minha surpresa fui aprovado.
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terça-feira, 24 de junho de 2014

Conversas ao entardecer... #3 Ausência e Encontro!




Oi Gente!

Depois de tanto tempo de ausência, só posso pedir desculpas. Falar que esses últimos tempos quase não li nada, pois a faculdade apertou um pouco. Aos poucos vou voltando a minha rotina e prometo a vocês que irei fazer postagens diárias para adiantar a série Olhar da Gente. E qual não foi a minha felicidade de ver que o blog continuou sendo visitado durante meu distanciamento? Quero agradecer muito o carinho de vocês e contar que ainda esse mês irei iniciar o vlog das Viagens Esquizofrênicas a Lua!

E essa ideia do vlog surgiu como? Eu já tinha recebido dicas de algumas amigas blogueiras e vlogueiras sobre isso. Mas a coragem de verdade veio mesmo depois de gravar um vídeo com algumas pessoas que admirei muito tempo a distância, mas que esse mês pude conhecer. Fiquei com muita vergonha. Logo eu que nunca fui fã de ninguém, quase não consigo ir conhecer A Denise Mercedes. rsrs. O Encontro foi maravilhoso! Além de conhecer a Denise pessoalmente, também descobri que a Lua, minha xará, também é de Fortaleza. E também conheci a Tati, a Jéssica e a Lulu (blogs e vlog estarão lá embaixo pra vocês conhecerem).

E antes de me despedir e de colocar o vídeo para vocês curtirem, aviso que finalmente fiz o sorteio do livro Olhar da Gente. Desculpem-me novamente, por favor. E o ganhador foi...

Erineu Ricardo!!!!!

Parabéns ao vencedor. E sim, fiz o sorteio na mão. Ainda não sei fazer naquele programa. Perdoem essa pessoa... Iremos entrar em contato por email para que você receba o livro. Agora com vocês, minha estréia, ainda me metendo no vlog dos outros para vocês curtirem enquanto o vlog ainda não fica pronto... rsrs.




Obrigada!!!!



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